#FISL15 Inscrições Abertas!

10 de Fevereiro de 2014, por Mariel Zasso

 

 

São15 anos de história, e ao longo dessa trajetória de crescimento e aprendizado, o Fórum Internacional Software Livre esteve sempre propondo os debates mais prementes sobre tecnologia e liberdade. Nosso sucesso é resultado do trabalho, da colaboração e do envolvimento de milhares de pessoas que acreditam nas soluções tecnológicas e educacionais livres, no conhecimento como bem público e na força de tecnologias de informação como ferramentas de empoderamento para a democracia.

Por isso, lutamos desde nossa primeira edição pela manutenção da transparência na tecnologia, seja nos códigos, nos padrões abertos, na luta pela internet livre e neutra. E embora não seja novidade nas nossas pautas, o tema deste ano será a Segurança e Privacidade: o Software Livre na luta contra a Espionagem.  

 

Porto Alegre será mais uma vez o palco do maior encontro de comunidades de Software Livre no mundo, que são não apenas o público, mas também os realizadores desse nosso grande evento, que, cheio de ideias e garra, compartilham conhecimentos, inovações e também inquietações com uma motivação comum:  a crença de que através do conhecimento cresceremos como uma humanidade mais justa.

 

O FISL não é feito somente pela Comissão Organizadora e pelas assessorias contratadas. Ele é feito pelas centenas de palestrantes que se oferecerem para somar seus conhecimentos, e investem seus próprios recursos para virem dos mais diversos cantos do Brasil e também de outros países.

Ele é feito por centenas de voluntários que oferecem sua inteligência e sua força de trabalho para colaborar na produção, na comunicação, na logística, e mesmo na divulgação do evento e das bandeiras do Software Livre pela rede, de suas próprias casas.

 

E ele é feito por dezenas de entidades civis, governamentais e privadas que acreditam que o Software Livre pode sim, mudar o mundo. E já está mudando!

 

Ao longo desses quinze anos, o FISL agradece a cada um que doou um pouquinho - ou muito! - de si para construir essa história. E convida a todos para celebrarem conosco, em Porto Alegre, de 7 a 10 de maio de 2014. 

 

Vai ser uma honra contar com você na nossa festa! ;)

As inscrições estão abertas!!
Siga o link: http://greve.softwarelivre.org/greve
Para saber tudo sobre o FISL: http://softwarelivre.org/fisl15



Já começamos a enviar os certificados!

28 de Janeiro de 2014, por Gabriel Galli

 

Informamos aos participantes da 12a. Oficina para Inclusão Digital e Participação Social que os Certificados serão enviados a partir da data de hoje.

Em caso de não recebimento, solicitamos que entrem em contato com deisi@officemarketing.com.br APÓS o dia 31 de janeiro.



OID12 leva Inclusão Digital e Participação Social para a pauta da Câmara de Deputados

18 de Dezembro de 2013, por Mariel Zasso


Representantes da comissão organizadora da 12ª Oficina para a Inclusão Digital e Participação Social foram recebidos ontem (17), na Câmara de Deputados, pela Deputada Jandira Feghali, presidente da Comissão de Cultura. Mariel Zasso, da Associação Software Livre.Org, e Vilmiar Nascimento, da Programando o Futuro, entregaram à deputada a Carta da 12ª Oficina para Inclusão Digital e Participação Social e o Manifesto dos Sonhos, e relataram brevemente a experiência da edição do evento finalizada na semana passada.

A Deputada iniciou a sessão apresentando a pauta à Comissão de Cultura, parabenizando a organização pela iniciativa do evento, e se convocando a comissão para o agendamento, para 2014, de uma audiência pública sobre os temas, que declarou como de extrema importância para a sociedade e também para a cultura.

 



Relação Estado-Sociedade: a agenda do Marco Regulatório das OSCs na 12º OID

17 de Dezembro de 2013, por Leonardo Foletto

 

Representantes do Governo e da sociedade civil reuniram-se no dia 12/12 na sala 10 da 12º Oficina de Inclusão Digital e Participação Social para apresentar a agenda do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (OSCs).

O tema é pauta desde 2011, quando foi criado o Grupo de Trabalho Interministerial (GTI), para estudar uma solução specífica para regular a relação das OSCs com o Estado

Ivelise Calvet, do Ministério da Justiça, diz que “a Casa Civil não tem nenhuma ferramenta que regule as organizações, porque precisa pegar um artigo numa lei, outro em outra e precisamos que isso fique bem estabelecido." Continua ela: “é preciso aperfeiçoar as regras existentes para que o relacionamento do Estado com as organizações tenha segurança jurídica e permita a realização de boas parcerias. A experiência do Cadastro Nacional de Entidades e de iniciativas de outros Ministérios pode servir como inspiração para a agenda do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. 

Laís Lopes representou a Secretaria Geral da Presidência da República e falou sobre a formação do Grupo de Trabalho Interministerial. Ela expôs que no Brasil existem 290.692 fundações de associações sem fins lucrativos e que apenas 1% delas, segundo dados registrados no Sistema de Convênios, Contratos de Repasse e Termos de Parceria (Siconv), tem parceria com ao governo federal.

Comentou sobre planos futuros também: “estamos elaborando uma plataforma de georeferenciamento das OSCs, e para isso, vamos precisar da parceria com a OID12. Uma vez pronta, pretendemos fazer um Hackathon para ampliar e divulgar esses dados, criar aplicativos e novas funcionalidades, construindo novas narrativas que consigam dar conta da valorização das organizações como atores estratégicos do Estado”.

A construção do Marco Regulatório das OSCs é de vital importância para esclarecer e facilitar a relação das associações com o governo. No dia 12/12 foi votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) o PLS 649/2011, que estabelece normas gerais para licitações e contratação das entidades sem fins lucrativos, com alcance sobre a União, estados, Distrito Federal e municípios. O projeto visa também resolver um ponto nevrálgico da relação entre governo e OSCs: o pagamento de equipe de trabalho da organização com recursos da parceria.

Vera Masagão, da Associação Brasileira de ONGs (Abong), acalorou o debate ressaltando que a formação do GTI é uma reivindicação antiga da associação, deempressas e associações religiosas que também são ligadas à defesa de direitose e se sentiram criminalizadas pela suspensão dos convênios ocorrida em 2011. Segundo ela, o projeto ainda não avança na velocidade esperada.

A representação do governo afirmou acreditar em uma democracia com verdadeira participação social. Por isso, avalia que o GT é um ambiente fértil para discussões.

Segundo a avaliação da representante da ABONG, o projeto ainda não avança na velocidade esperada, mas a representação do governo avalia que o GT é um ambiente fértil para discussões e no próximo ano se pretende cumpri novas metas, como o cadastro das associações e a aprovação dos novos projetos.

Para mais informações sobre o andamento do Marco Regulatório das OSCs acesse http://www.secretariageral.gov.br/mrosc

Texto: Mariana Lettis

 

 



Vencedores do desafio participa.br são conhecidos na 12º OID

13 de Dezembro de 2013, por Leonardo Foletto

 

Na manhã de 13/12, último dia da Oficina de Inclusão Digital e Participação Social, aconteceu a premiação do 1ro Desafio de Idéias para aplicativos do participa.br. O Participa.br é um novo espaço de participação social, escuta e diálogo entre o Governo Federal e a Sociedade Civil. 

Já o Desafio de Idéias teve como objetivo construir um banco de idéias para aplicativos que materializem um espaço de participação social. “É uma iniciativa que aproxima a sociedade do poder público por meio da tecnologia da informação. O Brasil é o pais mais conectado do mundo, somos um pais em construção e devemos utilizar os recuros de TI. Hoje o 4º maior PIB de TI do mundo", contextualiza Marcos Mandacarú, representante da Softex, empresa responsável pela entrega dos prêmios. 

As trlhas temáticas que orientaram os trabalhos foram:
_ Utilizar dados governamentais abertos;
_ Reduzir as desigualdades e assimetrías informacionais; Incluir grupos vulneráveis;
_ Massificar a ação social online;
_ Potencializar a participação social utilizando mecanismos de internet;

“Temos um quarto PIB em termos de Tecnologia da Informação do governo. Pesquisas dizem que no Brasil todas as empresas trabalham com computadores, mas grande parte da população ainda não tem acesso a internet e o tipo de acesso não comporta todo o que a população precisa. Existe uma assimetria aí, e o desafio é romper barreiras e oferecer uma internet livre, sem intermediários ou controles sobre o que está trafegando”, observa Deivi Kuhn, Secretário-Executivo CISL, do SERPRO, órgão parceiro da iniciativa.

Os Prêmios foram para os seguintes projetos:

1º) PEC - Politicos Futebol Clube, que se trata de uma gameficação dos processos políticos baseado nas atividades dos deputados da Câmara Federal, com o objetivo de aumentar  o conhecimento das atividades dos deputados;

2º) Auditoria Cívica da Saúde, pensada para  analizar os indicadores do programa de Saúde da Familia do Governo Federal. O projeto será alimentado pela sociedade civil e as autoridades serão notificadas sempre que houver melhora ou piora dos indicadores;

3º) DIAPHA, aplicativo  pensado como ferramenta para ouvidoria pública do cidadão dos municípios. 

Todas as ideias inscritas, assim como os nomes dos grupos que participaram do Desafio, serão publicados no site Participa.br/inclusaodigital.

Texto: Mariana Lettis Foto: 3JC Fotografia